Paul Krugman e a Recuperação Econômica no Governo Obama – Jeffrey Sachs

Por muitos anos e várias vezes em determinado mês, o laureado economista, prêmio Nobel, colunista do New York Times e blogueiro Paul Krugman tem enviado uma mensagem principal a seus leitores fiéis: os “austeros” cortadores-de-déficit (é como ele chama os partidários da austeridade fiscal) estão enganados. Corte fiscal combinado com demanda privada fraca poderia levar a um desemprego cronicamente alto. De fato, cortes no déficit poderiam trazer de volta o ano de 1937, quando Franklin D. Roosevelt reduziu prematuramente os estímulos da “New Deal” e, assim, jogou os Estados Unidos na recessão.
Bem, o Congresso e a Casa Branca realmente desempenharam um papel austero de meados de 2011 em diante. O déficit orçamentário federal caiu de 8,4% do Produto Nacional Bruto em 2011 para uma estimativa de 2,9% do Produto Nacional Bruto para todo o ano de 2014. E, de acordo com o Fundo Monetário Internacional, o déficit estrutural (algumas vezes chamado de “déficit de pleno-emprego”), uma medida do estímulo fiscal, caiu de 7,8% do Produto Nacional Bruto potencial para 4% do Produto Nacional Bruto potencial de 2011 a 2014.
Krugman tem se manifestado de forma veemente de que a redução do déficit prolongou e, mesmo, intensificou o que ele chama, repetidamente, de “depressão” (ou, em algumas vezes, de “depressão de baixo-grau”). Somente tolos como os líderes do Reino Unido (os quais o fizeram relembrar dos Três Patetas) poderiam ter opinião diversa.

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